Há pais que não levam seus filhos à Casa Espírita, sob a desculpa de que elas é que deverão decidir, quando crescerem, qual ambiente religioso freqüentar. Isto reflete a atitude de pais espíritas equivocados e ignorantes quanto à necessidade de aproveitar a fase infantil para a sementeira de valores cristãos. Os filhos poderão exercer seu direito de escolha à medida que o tempo passe e eles cresçam. Inicialmente, competem aos pais, fiéis depositários de seus filhos na Terra, escolherem o melhor, decidindo por eles até que tenham condições de fazê-lo.
Emmanuel alerta-nos contra o pretexto de liberdade da criança escolher: “Os pais espiritistas devem compreender que qualquer indiferença neste particular pode conduzir a criança aos prejuízos religiosos de outrem, ao apego do convencionalismo e à ausência de amor à verdade”.
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