Evangelho Segundo o Espiritismo
Cap. II - Meu reino não é deste mundo
Cap. II - Meu reino não é deste mundo
Jesus, mediante a posiçãod e Pilatos, é o Rei de todos os reis da Terra. Entretanto, na feição do curto entendimento do homem de Roma, Ele, o Mestre dos Mestres, poderia ser o rei dos Judeus, que seria, pela influência do Nazareno na sua pátria, um perigo para os vôos da Águia Romana.
A diferença entre os dois homens era incomparável:
Jesus, como enviado de DEUS, deixa os meios para a libertação de todos os posos; Pilatos se configura como um dos instrumentos da escravização dos povos. Verdadeiramente, as diferenças são incomparáveis entre um e outro, porque Jesus Cristo desce como o Pão do Céu a saciar a fome dos povos e Pilatos, um usurário em busca do ouro das nações, cujo dever de trabalhar para desfrutar foi esquecido, por ser orientado pela violência.
Verdadeiramente, o Reino do Divino Mestre não era nem é deste mundo de misérias humanas e morais, por governar na dimensão do Espírito Imortal, sob a égide do amor puro. Deixa para os Pilatos antigos e modernos as posições transitórias, como escolas onde o Espírito colhe algo de bom na forja da dor, por onde todos passamos, nos mesmos caminhos, até encontrarmos a verdade, por ser ela o instrumento da libertação espiritual.
Pilatos, na sua posição de agressor e de usurário dirigido por uma nação, inconsciente da vida espiritual e da paternidade universal de um só DEUS, pai de todos, na igualdade da vida, encontrou o Cristo por misericórdia, mesmo por fora, para que no amanhã - pelos processos da reencarnação, lei que nos dá a todos oportunidade de ascender, alcançando os cimos da vida espiritual - seu coração possa explodir em luzes, dominando todas as dificuldades, vencendo todos os obstáculos, transformando os instintos em virtudes, encontrando de novo o Cristo, não na Palestina ou em Roma, mas na cidade do seu coração, a lhe dizer: "Agora, posso lhe dizer o que é a verdade! E você passará de escravo das ilusões terrenas para ser meu discípulo no meu reino, por encontrar o verdadeiro amor, força poderosa e suprema de DEUS, que todos buscamos, por ser ele, o amor, a própria Vida!"
A realeza de Jesus transcende às inteligências da Terra; Ele veio nos dizer que a vida continua depois da morte do corpo material, e que todos temos oportunidades de conhecer a verdade e nos tornarmos livres. Nós ainda temos muitos vícios de Pilatos, no momento de tormarmos decisões, que nos caracteriza na posição ante a LUZ: lavamos as mãos, iludidos pelo bem-estar, pelo egoísmo que por vezes desfrutamos na terra, pois, enquanto que aqui estivermos somos homens fracos e medíocres.
Que JESUS nos abençoe, para logo entendermos que também o nosso reino não é deste mundo!
A diferença entre os dois homens era incomparável:
Jesus, a Verdade;
Pilatos, a ilusão.
Jesus, o Mestre;
Pilatos, o aluno.
Jesus, o Rei dos Reis;
Pilatos, o servo.
Jesus, o Comandante;
Pilatos, o miliciano.
Jesus, o Enviado de DEUS;
Pilatos, o de Roma.
Jesus, o Amor;
Pilatos, a prepotência.
Jesus, a Concórdia;
Pilatos, o egoísmo.
Jesus, o Desprendimento;
Pilatos, a vaidade e o interesse.
Jesus, a Luz;
Pilatos, as trevas.
Jesus, a Pacificação;
Pilatos, a imposição.
Pilatos, a ilusão.
Jesus, o Mestre;
Pilatos, o aluno.
Jesus, o Rei dos Reis;
Pilatos, o servo.
Jesus, o Comandante;
Pilatos, o miliciano.
Jesus, o Enviado de DEUS;
Pilatos, o de Roma.
Jesus, o Amor;
Pilatos, a prepotência.
Jesus, a Concórdia;
Pilatos, o egoísmo.
Jesus, o Desprendimento;
Pilatos, a vaidade e o interesse.
Jesus, a Luz;
Pilatos, as trevas.
Jesus, a Pacificação;
Pilatos, a imposição.
Jesus, como enviado de DEUS, deixa os meios para a libertação de todos os posos; Pilatos se configura como um dos instrumentos da escravização dos povos. Verdadeiramente, as diferenças são incomparáveis entre um e outro, porque Jesus Cristo desce como o Pão do Céu a saciar a fome dos povos e Pilatos, um usurário em busca do ouro das nações, cujo dever de trabalhar para desfrutar foi esquecido, por ser orientado pela violência.
Verdadeiramente, o Reino do Divino Mestre não era nem é deste mundo de misérias humanas e morais, por governar na dimensão do Espírito Imortal, sob a égide do amor puro. Deixa para os Pilatos antigos e modernos as posições transitórias, como escolas onde o Espírito colhe algo de bom na forja da dor, por onde todos passamos, nos mesmos caminhos, até encontrarmos a verdade, por ser ela o instrumento da libertação espiritual.
Pilatos, na sua posição de agressor e de usurário dirigido por uma nação, inconsciente da vida espiritual e da paternidade universal de um só DEUS, pai de todos, na igualdade da vida, encontrou o Cristo por misericórdia, mesmo por fora, para que no amanhã - pelos processos da reencarnação, lei que nos dá a todos oportunidade de ascender, alcançando os cimos da vida espiritual - seu coração possa explodir em luzes, dominando todas as dificuldades, vencendo todos os obstáculos, transformando os instintos em virtudes, encontrando de novo o Cristo, não na Palestina ou em Roma, mas na cidade do seu coração, a lhe dizer: "Agora, posso lhe dizer o que é a verdade! E você passará de escravo das ilusões terrenas para ser meu discípulo no meu reino, por encontrar o verdadeiro amor, força poderosa e suprema de DEUS, que todos buscamos, por ser ele, o amor, a própria Vida!"
A realeza de Jesus transcende às inteligências da Terra; Ele veio nos dizer que a vida continua depois da morte do corpo material, e que todos temos oportunidades de conhecer a verdade e nos tornarmos livres. Nós ainda temos muitos vícios de Pilatos, no momento de tormarmos decisões, que nos caracteriza na posição ante a LUZ: lavamos as mãos, iludidos pelo bem-estar, pelo egoísmo que por vezes desfrutamos na terra, pois, enquanto que aqui estivermos somos homens fracos e medíocres.
Que JESUS nos abençoe, para logo entendermos que também o nosso reino não é deste mundo!
O corpo tem tempo limitado de vida;
O Espírito é eterno e transita pelo espaço-tempo após o desapego da matéria e irá de
encontro com suas afininidades conforme seu mérito.
(Fonte: Assimilação Evangélica de João Nunes Maia pelo espírito de Dr. Bezerra de Menezes)
