2.4 Evolução moral e intelectual dos espíritos
No próximo tópico vamos abordar o tão esperado "Leis de Causa e Efeito", aguardem!
Explica-nos a Doutrina Espírita que muitos são os níveis de evolução dos Espíritos. Cada Espírito escolhe o caminho que deseja seguir, seja no bem ou no mal; no estudo ou na ignorância, até que todos possam atingir o progresso.
A Doutrina nos ensina que devido a esta diferença de evolução existem milhares de mundos materiais que têm vida, e que eles estão divididos em cinco categorias. Os Espíritos encarnados habitam os mesmos, dependendo de sua condição moral/intelectual.
Esses mundos são:
· Primitivos: onde a ignorância é quase que total. Como exemplo, podemos citar a época dos homens das cavernas;
· De Provas e Expiações: similar à Terra, onde a ignorância, o mal, ainda superam o bem, embora a tecnologia e a inteligência estejam bem desenvolvidas;
· De Regeneração: próximo estágio do nosso planeta, onde o bem, a compreensão, superarão a ignorância;
· Felizes: orbes em que praticamente a ignorância inexiste, e as pessoas vivem para o bem da sociedade, buscando um progresso em conjunto;
· Divinos: locais onde só existe o entendimento das Leis divinas, não havendo lugar para o mal.
Para passar de um mundo para o outro, são necessários milhares de anos de dedicação e muitas vezes de sofrimento por parte dos Espíritos encarnados. Porém, o fim sempre será a evolução material e espiritual do planeta.
E nesse processo evolutivo, há diversidades de estágios dentro de cada mundo, embora não sejam muito grandes.
Na Terra, por exemplo, vemos diferenças de atitudes nas pessoas, mostrando uma escala de adiantamento espiritual. Mas, todos ainda estamos limitados a uma condição: a ignorância supera a compreensão.
Jesus comenta sobre esta diversidade na conhecida "Parábola do Semeador", que está em Mateus, XIII; 4 a 9:
“Eis que o semeador saiu a semear. E quando semeava, uma parte caiu ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-na. E outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda. Mas vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz. E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram, e sufocaram-na. E outra caiu em boa terra, e deu fruto, um a cem, outro a sessenta e outro a trinta”.
O semeador da Parábola é Jesus. As sementes, seus ensinos. A parte que caiu ao pé do caminho simboliza as pessoas que escutam a palavra de Deus mas as desdenham, buscando apenas os interesses materiais, simbolizados pelas aves.
A parte dos pedregais simboliza as pessoas que escutam a palavra de Deus e ficam incentivadas a segui-las. No entanto, vão “com muita sede ao pote”, criando uma fé cega, sem bases racionais. Assim, não criam raízes. E quando vêm os problemas a que todos estamos sujeitos, simbolizados pelo sol, revoltam-se contra Deus, porque não compreendiam verdadeiramente seus ensinos.
A outra parte fala dos que escutam a palavra dos Evangelhos, até as acham importantes, mas as preocupações com o dinheiro e o poder, simbolizadas pelos espinhos, sufocam qualquer iniciativa de buscar a compreensão espiritual.
Por fim, a parte que caiu em terra boa fala das pessoas que escutam os ensinos e procuram praticá-los, visando um entendimento dos porquês da vida e da prática do bem ao próximo. Mas diz Jesus que até entre esses haverá diferenças, pois todos temos nossos limites. E a capacidade de praticar o bem difere de pessoa para pessoa.
Assim, caberá a cada um de nós escolhermos qual estágio gostaríamos de estar. Pois a semeadura de Jesus já está aí há mais de 2000 anos. Colhê-la ou não será uma escolha particular.
A Doutrina nos ensina que devido a esta diferença de evolução existem milhares de mundos materiais que têm vida, e que eles estão divididos em cinco categorias. Os Espíritos encarnados habitam os mesmos, dependendo de sua condição moral/intelectual.
Esses mundos são:
· Primitivos: onde a ignorância é quase que total. Como exemplo, podemos citar a época dos homens das cavernas;
· De Provas e Expiações: similar à Terra, onde a ignorância, o mal, ainda superam o bem, embora a tecnologia e a inteligência estejam bem desenvolvidas;
· De Regeneração: próximo estágio do nosso planeta, onde o bem, a compreensão, superarão a ignorância;
· Felizes: orbes em que praticamente a ignorância inexiste, e as pessoas vivem para o bem da sociedade, buscando um progresso em conjunto;
· Divinos: locais onde só existe o entendimento das Leis divinas, não havendo lugar para o mal.
Para passar de um mundo para o outro, são necessários milhares de anos de dedicação e muitas vezes de sofrimento por parte dos Espíritos encarnados. Porém, o fim sempre será a evolução material e espiritual do planeta.
E nesse processo evolutivo, há diversidades de estágios dentro de cada mundo, embora não sejam muito grandes.
Na Terra, por exemplo, vemos diferenças de atitudes nas pessoas, mostrando uma escala de adiantamento espiritual. Mas, todos ainda estamos limitados a uma condição: a ignorância supera a compreensão.
Jesus comenta sobre esta diversidade na conhecida "Parábola do Semeador", que está em Mateus, XIII; 4 a 9:
“Eis que o semeador saiu a semear. E quando semeava, uma parte caiu ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-na. E outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda. Mas vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz. E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram, e sufocaram-na. E outra caiu em boa terra, e deu fruto, um a cem, outro a sessenta e outro a trinta”.
O semeador da Parábola é Jesus. As sementes, seus ensinos. A parte que caiu ao pé do caminho simboliza as pessoas que escutam a palavra de Deus mas as desdenham, buscando apenas os interesses materiais, simbolizados pelas aves.
A parte dos pedregais simboliza as pessoas que escutam a palavra de Deus e ficam incentivadas a segui-las. No entanto, vão “com muita sede ao pote”, criando uma fé cega, sem bases racionais. Assim, não criam raízes. E quando vêm os problemas a que todos estamos sujeitos, simbolizados pelo sol, revoltam-se contra Deus, porque não compreendiam verdadeiramente seus ensinos.
A outra parte fala dos que escutam a palavra dos Evangelhos, até as acham importantes, mas as preocupações com o dinheiro e o poder, simbolizadas pelos espinhos, sufocam qualquer iniciativa de buscar a compreensão espiritual.
Por fim, a parte que caiu em terra boa fala das pessoas que escutam os ensinos e procuram praticá-los, visando um entendimento dos porquês da vida e da prática do bem ao próximo. Mas diz Jesus que até entre esses haverá diferenças, pois todos temos nossos limites. E a capacidade de praticar o bem difere de pessoa para pessoa.
Assim, caberá a cada um de nós escolhermos qual estágio gostaríamos de estar. Pois a semeadura de Jesus já está aí há mais de 2000 anos. Colhê-la ou não será uma escolha particular.
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