"A criança é um espírito que já viveu outras existências, quase sempre tomando novo corpo, para se redimir de culpas anteriores." (Irmão X)
Receber um filho representa quadro abençoado e florido, a esperança do Céu depositada nas mãos dos tutores, confiança dos pais para com tamanha dádiva celestial, por serem alçados à condição de orientadores e responsáveis pelo destino de criaturas irmãs que retornaram ao orbe, com a expectativa das melhores realizações espirituais.
Será inflexível o destino? Estará determinado item a item no programa espiritual de cada um?
Sabemos que ninguém reencarna fadado a errar e a tombar ante as experiêicias, mas sim, como lembra Emmanuel, "a determinação divina na sagrada lei universal é sempre a do bem e da felicidade, para todas as criaturas".
Nossos filhos são espíritos eternos, reencarnados em busca de renovação e corrigenda das próprias imperfeições, tendo no livre-arbítrio, recurso importante, que deve aprimorar-se com os valores da educação cristianizada.
Destino e Educação
O que eles são e serão não é fruto exclusivo da educação recebida no lar, mas essa mesma educação, indubitavelmente, é o principal fator de preparação, defesa e fonte de recursos que o espírito terá para enfrentar as experiências na jornada reencarnatória, auxiliando-o ou desequilibrando-o na utilização de seu poder de escolha. Elucida Emmanual que "o próprio homem, à medida que se torna responsável, organiza o determinismo da sua exitência, agravando-o ou amenizando-lhe os rigores".
É lógico que, passado o período de dependência em relação aos pais, o ser humano é quem conduzirá seu próprio destino, modificando para melhor ou para pior a sua situação espiritual, aproveitando muito ou pouco as lições ministradas no lar. Os Pais podem ter a certeza de que todo esforço na educação é luz, e, mesmo aqueles que carreguem o fardo de filhos em desequilíbrio - após constante e sacrificial trabalho educativo na infância - reduzem a intensidade do mal e do vício no coração de seus tutelados. O trabalho educativo não é somente em uma encarnação e toda boa semente plantada no coração não se perde jamais, mesmo germinando um pouco mais tarde do que gostaríamos.
Atitudes Perigosas
Irmão X relata-nos a história de uma mãe.
Desde os primeiros dias da infância, seu filho Maurício revelou atitudes perigosas que se agravaram com o tempo, arrojando-o velozmente para a queda.
A mãe transformou a alegria do nascimento em amor egoísta e cego, não enxergando a necessidade de disciplina e da energia na condução da alma ainda imperfeita do jovem.
Vejamos algumas expressões dessa mãe, demonstrando suas disposições íntimas em relação às atitudes do filho:
- Após ele quebrar vidros, copos e ferir os olhos da cozinheira: - "Jorge (o pai) queria castigar o menino. Não deixei".
Maurício, já expulso de três colégios, Jorge quer enviá-lo a um internato de correção:
- "Prefiro desquitar-me. Meu filho será um homem sem complexos, independente, sem restrições".
Jorge quer arrumar um emprego para o filho:
- "Meu filho com patrão... Era o que faltava !"
Maurício não mais estuda, vive furtando e usa maconha:
-"Ninguém arruinará o nome de meu filho, que é um santo"...
A história finda na assitência espiritual a essa mãe, que acabou sendo assassinada pelo próprio filho, motivado pela herança a receber (Jorge desencarnara desgostoso, quase dois anos antes).
Vigilância e Educação
Maurício mostrou-se um espírito rebelde, preguiçoso e orgulhoso, necessitando, assim, de trabalho educativo pautado na disciplina, na energia, na afeição equilibrada, no valor do trabalho; entretanto, em vez disso, recebeu estímulos para reincidir em velhos erros e deixar suas imperfeições manisfestarem-se livremente.
Uma educação bem conduzida não o transformaria em "santo" rapidamente, contudo teria evitado maiores catástrofes morais, teria deixado muitos ensinamentos importantes gravados em seu coração e em sua consciência. Estaria assim, Maurício, mas bem amparado a lutar consigo mesmo pelo melhor aproveitamento de sua experiência terrena, não agravando tanto sua ficha espiritual.
Ainda Emmanuel: "Todo ser racional está sujeito ao erro, mas a ele não se encontra obrigado".
Como pais, compete-nos a responsabilidade de vigiar nossas atitudes, fazendo o melhor para que nossos atos se reflitam positivamente sobre o destino de nossos filhos, auxiliando-nos a melhorarem e a desenvolverem valores morais, possibilitando a eles melhores condições de vencerem espiritualmente, já que todos nós buscamos o retorno ao Planeta, visando conquistar os valores verdadeiros da alma e aprender a sublime lição da fraternidade.
Afinal, Jesus nos ensinou que as páginas de nosso destino são escritas com as letras de nossa conduta perante o Evangelho Divino ou perante as ilusões humanas.
É lógico que, passado o período de dependência em relação aos pais, o ser humano é quem conduzirá seu próprio destino, modificando para melhor ou para pior a sua situação espiritual, aproveitando muito ou pouco as lições ministradas no lar. Os Pais podem ter a certeza de que todo esforço na educação é luz, e, mesmo aqueles que carreguem o fardo de filhos em desequilíbrio - após constante e sacrificial trabalho educativo na infância - reduzem a intensidade do mal e do vício no coração de seus tutelados. O trabalho educativo não é somente em uma encarnação e toda boa semente plantada no coração não se perde jamais, mesmo germinando um pouco mais tarde do que gostaríamos.
Atitudes Perigosas
Irmão X relata-nos a história de uma mãe.
Desde os primeiros dias da infância, seu filho Maurício revelou atitudes perigosas que se agravaram com o tempo, arrojando-o velozmente para a queda.
A mãe transformou a alegria do nascimento em amor egoísta e cego, não enxergando a necessidade de disciplina e da energia na condução da alma ainda imperfeita do jovem.
Vejamos algumas expressões dessa mãe, demonstrando suas disposições íntimas em relação às atitudes do filho:
- Após ele quebrar vidros, copos e ferir os olhos da cozinheira: - "Jorge (o pai) queria castigar o menino. Não deixei".
Maurício, já expulso de três colégios, Jorge quer enviá-lo a um internato de correção:
- "Prefiro desquitar-me. Meu filho será um homem sem complexos, independente, sem restrições".
Jorge quer arrumar um emprego para o filho:
- "Meu filho com patrão... Era o que faltava !"
Maurício não mais estuda, vive furtando e usa maconha:
-"Ninguém arruinará o nome de meu filho, que é um santo"...
A história finda na assitência espiritual a essa mãe, que acabou sendo assassinada pelo próprio filho, motivado pela herança a receber (Jorge desencarnara desgostoso, quase dois anos antes).
Vigilância e Educação
Maurício mostrou-se um espírito rebelde, preguiçoso e orgulhoso, necessitando, assim, de trabalho educativo pautado na disciplina, na energia, na afeição equilibrada, no valor do trabalho; entretanto, em vez disso, recebeu estímulos para reincidir em velhos erros e deixar suas imperfeições manisfestarem-se livremente.
Uma educação bem conduzida não o transformaria em "santo" rapidamente, contudo teria evitado maiores catástrofes morais, teria deixado muitos ensinamentos importantes gravados em seu coração e em sua consciência. Estaria assim, Maurício, mas bem amparado a lutar consigo mesmo pelo melhor aproveitamento de sua experiência terrena, não agravando tanto sua ficha espiritual.
Ainda Emmanuel: "Todo ser racional está sujeito ao erro, mas a ele não se encontra obrigado".
Como pais, compete-nos a responsabilidade de vigiar nossas atitudes, fazendo o melhor para que nossos atos se reflitam positivamente sobre o destino de nossos filhos, auxiliando-nos a melhorarem e a desenvolverem valores morais, possibilitando a eles melhores condições de vencerem espiritualmente, já que todos nós buscamos o retorno ao Planeta, visando conquistar os valores verdadeiros da alma e aprender a sublime lição da fraternidade.
Afinal, Jesus nos ensinou que as páginas de nosso destino são escritas com as letras de nossa conduta perante o Evangelho Divino ou perante as ilusões humanas.

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