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| Lembre-se: As mãos que ajudam são mais sagradas do que os lábios que rezam (Madre Teresa de Calcutá) |
Anjezë Gonxhe Bojaxhiu, conhecida mundialmente como Madre Teresa de Calcutá ou Beata Teresa de Calcutá, foi uma religiosa católica de etnia albanesa, nascida no Império Otomano, na capital da atual iana, beatificada pela Igreja Católica em 2003. Considerada, por alguns, a missionária do século XX, fundou a congregação "Missionárias da Caridade", tornando-se conhecida ainda em vida pelo cognome de "Santa das sarjetas".
Nascimento: 26 de agosto de 1910, Escópia, República da Macedônia
Falecimento: 5 de setembro de 1997, Calcutá, Índia
Educação: Abadia de Loreto (1928–1929)
Obra: No Greater Love
Nacionalidades: Otomano, Indiano
Fonte: Wikipedia
Começo tecendo apenas meus comentários pessoais do que li e assisti sobre Madre Teresa, e quem quiser a biografia vou deixar as fontes no pé do texto.
Missionária da Caridade - essa mulher de sorriso afetuoso, sincero que traz a essência de paz e fraternidade. O que me chamou mais atenção são os cumprimentos de mãos unidas sempre independente se o assunto fosse bom ou ruim.
Madre Teresa dotada de tal simplicidade que o que ela só queria era levar aos necessitados um pouco de conforto e tratamento físico para lhes devolver a dignidade na alma.
Como toda boa Cristã, também ao dar prosseguimento a obra de Jesus - CARIDADE- também foi perseguida ora com críticas. E eu fico aqui me perguntando: - porque isso incomoda tanto algumas pessoas? Porque as pessoas que lutam pelo ideal de ver a alegria de volta nos olhos do ser humano tem que incomodar outros? E isso acontece desde que o mundo é mundo.
Madre Teresa deixou seu legado de solidariedade e fraternidade que unidos produzem a Caridade, não só tratou mas ensinou a alguns a amar sem colocar à prova os dogmas religiosos, Disse, certa feita, a uma pessoa que a confrontava que ela era sim uma freira que servia Jesus nas ruas da humildade, ela ia onde precisavam dela, resgatava e cuidava, e que queria só o bem dos necessitados, mas, que também um hindu pode ser um bom hindu, um cristão pode ser um bom cristão, não importa a religião, que o bem que fizermos ao mais humilde de nossos irmãos é a Jesus que faremos.
Um dia conversando com um padre que foi fazer a vistoria para que a igreja aprovasse a criação da nova congregação, ela confessou que: pode conversar com Jesus, ouvir sua voz e que era ele quem queria uma nova congregação (das Missionárias da Caridade). Ela era apenas um lápis nas mãos de Deus, mas somente ele quem escrevia, e depois que a Congregação das Missionárias da Caridade fora aprovada pela igreja, outro diálogo com o padre foi inserido que além dos 3 votos (1- castidade, 2- pobreza e 3- obediência) ela estaria incorporando o quarto voto - dar esperanças aqueles que perderam tudo, reconhecendo o senhor na face daqueles que sofrem.
Onde quer que o verdadeiro cristão vá, deve levar alegria. Como ela dizia: - "Sorrir com afeto é o primeiro ato de caridade"...
Posso confessar, que sua simplicidade e humildade me cativou e me dão forças qdo outras querem que eu me enfraqueça, pois ela me fez ver que enquanto eu tenho um cisco no olho que me incomoda, milhões carregam sofrimentos maiores que os meus, e que se eu não puder agir que ao menos eu faça uma prece que Deus já sabe as minhas intensões. O melhor recurso é a fraternidade alicerçada na fé e fortalecida pelo amor incondicional.
E então, eu encerro essa postagem com a sua decisão final diante da igreja foi assim:
“Não! Não voltarei atrás.
A minha comunidade são os pobres.
A sua segurança é a minha.
A sua saúde é a minha.
A minha casa é a casa dos pobres.
A sua segurança é a minha.
A sua saúde é a minha.
A minha casa é a casa dos pobres;
não apenas dos pobres, mas dos mais pobres dos pobres.
Daqueles de quem as pessoas já não querem aproximar-se com medo de contágio e da porcaria, porque estão cobertos de micróbios e vermes.
Daqueles que não vão rezar, porque não podem sair nus de casa.
Daqueles que já não comem, porque não têm forças para comer.
Daqueles que se deixam cair pelas ruas, conscientes de que vão morrer, e ao lado dos quais os vivos passam sem lhes prestar atenção.
Daqueles que já não choram, porque se lhes esgotaram as lágrimas.” (Madre Teresa de Calcutá)

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